Síndrome da rotatividade terapêutica
Síndrome
da rotatividade terapêutica
A síndrome da rotatividade terapêutica é um
padrão comportamental em que a pessoa manipula o sistema de apoio, alternando
frequentemente entre profissionais e tratamentos para evitar um
acompanhamento consistente. Segundo a Abstemiologia, isso impede a formação
de um vínculo terapêutico sólido, dificultando a identificação de
estratégias de evitação e manipulação. A família, ao perceber o engano,
sente constrangimento em retomar contato com profissionais anteriores,
perpetuando um ciclo de recaídas e falsos recomeços.
Um caso real ilustra esse fenômeno: um paciente
passa por várias clínicas, mostra melhora superficial, depois cria conflitos ou
justifica recaídas, enquanto a família, frustrada, busca incessantemente novos
tratamentos. Essa rotatividade permite ao paciente evitar enfrentar os
reais problemas por trás do vício, como traumas não resolvidos. A família,
exausta e endividada, acaba desacreditando no sistema, enquanto o paciente usa
os "fracassos" como justificativa para continuar no vício.
A solução proposta pela Abstemiologia inclui
intervenção familiar, psicoeducação para reconhecer manipulações,
um contrato terapêutico que garanta continuidade e uma abordagem
multidisciplinar integrada. A síndrome não é um abandono esporádico, mas
uma resistência estratégica ao tratamento. Combater esse padrão exige identificação
precoce e apoio contínuo à família para quebrar o ciclo vicioso e
garantir a continuidade terapêutica, essencial para a recuperação.
Para mais informações, acesse:
Síndrome da rotatividade terapêutica (CLIQUE AQUI E LEIA O ARTIGO NA ÍNTEGRA)
Bons
estudos!
Escritor:
Péricles Ziemmermann