Caminhos da abstinência: modelo subjetivo

Caminhos da abstinência: modelo subjetivo



O modelo subjetivo do caminho da abstinência propõe uma classificação evolutiva para as pessoas em sobriedade, os abstêmios. A ideia central deste modelo subjetivo reside em diferenciar as pessoas que estão em sobriedade utilizando, para tanto, certos critérios ou etapas.

 

A diferença entre abstêmios é enorme no que se refere ao repertório, técnicas abstemiológicas e a autonomia para manter a sobriedade no decorrer da vida.

 

O modelo subjetivo inspira-se no conceito de menoridade de Kant e utiliza 05 (cinco) fases distintas. Na "menoridade" estão o abstêmio mínimo (em desintoxicação) e o abstêmio menor (pessoa com até 02 ou 03 anos de sobriedade). A "maioridade" inicia com o abstêmio maior (já com um sistema ideológico positivo e técnicas consolidadas), evolui para o abstêmio maior real (pessoa que se autorreconhece como abstêmio de forma voluntária e consciente) e, por fim, o modelo subjetivo atinge seu ápice com o mega-abstêmio (pessoa cujo tempo de sobriedade supera o tempo de drogadição).

 

O modelo subjetivo possui diversos marcos de referência, tais como: ponto "R+02 ou R+03" (consolidação inicial), ponto "X" (autorreconhecimento) e ponto "Z" (equiparação do tempo de uso com o de sobriedade).

 

Por fim, não posso deixar de apontar que a vida abstêmia é uma jornada composta por etapas sucessivas e distintas. Aliás, é isso que o caminho da abstinência, em suas mais variadas formas (modelo objetivo, modelo axiológico, modelo desviante, modelo oblíquo e modelo subjetivo), nos ensina.

 

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Bons estudos!

Escritor: Péricles Ziemmermann