Teoria do crescimento basilar
Teoria do crescimento basilar (teoria do bambu chinês)
Existem certos fenômenos interessantes que ocorrem durante o crescimento
de plantas e animais. Entre as diversas formas de desenvolvimentos existe uma
que merece maior atenção: o famoso caso do bambu chinês.
O bambu chinês (Phyllostachys edulis), após ser plantado e
nos 05 (cinco) anos seguintes, não cresce “para cima”, ou seja, não
vemos seu crescimento. A única coisa perceptível aos olhos é o surgimento de um
pequeno broto. Todavia, o que cresceu durante todos esses anos foi
sua raiz. A raiz do bambu cresceu de forma a enraizar consistentemente o
bambu. Durante o 6º (sexto) ano o bambu começa seu crescimento externo e
chega a atingir, normalmente, cerca de 20m (vinte metros) de altura.
Qual é a lição abstemiológica retirada disso?
Antes de crescer precisamos fundear nossas raízes. Nada cresce e se
desenvolve “para cima” se não existirem fortes raízes. Neste estudo, existe um estudo
de caso que ensinará a aplicação prática disso com detalhes.
No processo de recuperação, essa metáfora do bambu chinês é extremamente
poderosa. Assim como a planta, quem busca a sobriedade precisa dedicar tempo
e esforço para o crescimento interno, mesmo que os resultados externos não
sejam imediatos.
Os princípios e técnicas da abstemiologia atuam como essas
raízes. Cada dia de vida abstêmia e cada tentação superada reforçam essa base,
até que o crescimento externo — uma vida plena e sustentável longe da
dependência — ocorra de forma natural como consequência de um trabalho interno
bem-feito.
Acesse nosso site para entender esse tema na íntegra.
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Bons estudos!
Escritor: Péricles Ziemmermann
