Adesão aos mecanismos preestabelecidos de abstinência

Adesão aos mecanismos preestabelecidos de abstinência



A comparação de diálogos entre uma pessoa em drogadição, alguém com 02 (dois) anos de abstinência e outro com 20 (vinte) anos de sobriedade revela diferenças significativas em seus sistemas ideológicos – definidos como a forma de pensar, sentir e agir. Esses sistemas variam conforme a fase abstemiológica (mero usuário, usuário abusivo, adicto, abstêmio menor, abstêmio maior, abstemaior real, mega-abstêmio), estruturada na escada abstêmia.

 

Os mecanismos preestabelecidos de abstinência oferecem sistemas ideológicos prontos para iniciar, desenvolver e manter a sobriedade. Dividem-se em:

 

· Informais: Grupos de ajuda mútua, que aplicam técnicas como os 12 passos, e sistemas religiosos, que utilizam dogmas religiosos para, indiretamente, afastar a pessoa de locais, hábitos ou colegas de ativa.

 

· Formais: Acompanhamento com profissionais (abstemiologistas, psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais) ou instituições (CAPS, clínicas), baseados em técnicas científicas como farmacoterapia e psicoterapia.

 

Cada mecanismo emprega técnicas distintas (ex.: "só por hoje" nos mecanismos informais; medicamentos para controle de fissura nos mecanismos formais). A eficácia não depende da natureza formal ou informal da técnica, mas de sua adequação ao indivíduo e à sua fase abstêmia.

 

Concluindo o raciocínio, não há um mecanismo ou técnica universalmente superior: a superação da adicção exige buscar informações para identificar soluções personalizadas, respaldadas pela teia abstêmia formada pela rede diversificada de opções de tratamento. A desinformação é apontada como raiz da adicção, enquanto o acesso a informações técnicas é fundamental para a recuperação.

 

Leia a publicação na íntegra e entenda tudo isso.


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Bons estudos!

Escritor: Péricles Ziemmermann