Escada abstemiológica: parte positiva e parte negativa

Escada abstemiológica: parte positiva e parte negativa



Ao estudar a escada abstemiológica, nota-se que é possível dividi-la em 02 (duas) partes básicas: uma relacionada à drogadição e outra à abstinência. Para facilitar a compreensão, a parte da drogadição é subdividida em 03 (três) etapas: mero usuário, usuário abusivo e adicto. Essa classificação busca abranger todas as pessoas que consomem drogas ou álcool, independentemente de qualquer critério de enquadramento. Reconheço, porém, que o termo “mero usuário” pode ser problemático, pois nenhum uso de substâncias é totalmente inofensivo, já que sempre há potencial de dano biológico, psicológico ou social. Ainda assim, optamos por esse termo para evitar expressões como “uso recreacional”, que banalizam o consumo.

 

Na parte positiva da escada abstemiológica, estão os abstêmios, classificados em 05 (cinco) fases: abstêmio mínimo (em desintoxicação), abstemenor (fase inicial, ainda neutralizando a ideologia da adicção), abstemaior (com sistema ideológico positivo, mantendo sobriedade há mais de 02 ou 03 anos), abstemaior real (que se reconhece como abstêmio permanente) e mega-abstêmio (que já superou em tempo de sobriedade todo o período em que usou drogas). Essas categorias representam a jornada cronológica de quem não consome substâncias, seja por recuperação ou escolha.

 

Em resumo, a escada abstemiológica possui uma parte negativa (com usuários e adictos) e uma parte positiva (com os abstêmios em diferentes estágios de sobriedade), refletindo a transição do consumo para uma vida livre de drogas e álcool.

 

Leia o artigo na íntegra e entenda isso com detalhes:


Escada abstemiológica: parte positiva e parte negativa (clique aqui e leia o artigo na íntegra)


Bons estudos!

Escritor: Péricles Ziemmermann